Crítica: ‘Planeta dos Macacos: A Guerra’ (War for the Planet of the Apes)

“Planeta dos Macacos: A Guerra” (War for the Planet of the Apes) é o encaixe perfeito que faltava a “Planeta dos Macacos: A Origem” (Rise of the Planet of the Apes – 2011) e “Planeta dos Macacos: O Confronto” (Dawn of the Planet of the Apes – 2014), fechando a história do símio superdesenvolvido Caesar (Andy Serkis) da melhor maneira possível.

O terceiro longa da série se passa meses após os eventos da segunda parte da trilogia. Vivendo afastados dos humanos que não morreram por conta da “gripe símia”, que assola a população mundial, os macacos liderados por Caesar são obrigados a sair de seu habitat, já que o Coronel (Woody Harrelson) está motivado a dizimar toda a espécie.

Caesar, por sua vez, vive assombrado por seu falecido inimigo Koba (Toby Kebbell) e tem que enfrentar seus instintos mais obscuros, a fim de evitar o fim de seus semelhantes, que são mortos ou passam a ser escravizados pelos humanos. Com isso, a guerra que o protagonista sempre quis evitar, se torna inevitável, e o lema “Apes together strong” (Macacos, juntos, fortes) se faz valer de novo.

Um dos destaques de “Planeta dos Macacos: A Guerra” fica por conta de “Macaco Mau” (Steve Zahn), um símio de zoológico que surge ao longo da aventura e rouba a cena com humor na medida e nos momentos certos.

Conhecido por ser uma espécie de “mago” da atuação com captura de movimentos, Andy Serkis dá seu show particular mais uma vez, com linguagem corporal e expressões faciais cada vez mais impressionantes. Não à toa, já há uma grande comoção online para que o ator que deu vida a Caesar, Smeagol/Gollum, Kong e Líder Supremo Snoke, seja, ao menos, indicado ao Oscar no ano que vem.

Por tudo isso, “Planeta dos Macacos: A Guerra” vale muito a ida ao cinema, principalmente se você é fã da série, de Caesar ou de Andy Serkis.

Sinopse

Depois que os macacos sofrem perdas inimagináveis, César luta com seus instintos mais sombrios e planeja sua própria vingança.

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